A garotinha da foto foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo

A garotinha da foto foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo

17/05/2013 – 06h35 - Atualizado em – 17/05/2013 – 06h35

 

Texto extraído do Facebook

“No dia 18 de maio celebramos o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O porque de Araceli Cabrera Sánchez Crespo, ser sido escolhida a menina que marca esse dia?! Ela simboliza, três elementos de uma formula perigosa e muitas vezes fatais, e continuamente utilizados na sociedade Brasileira. A Corrupção, Impunidade e Violência.
Drogas, dinheiro, poder, influências e quem deveria proteger é suspeita: a mãe da menina.

18 de maio é a data em que Araceli Cabrera Crespo, de nove anos incompletos, desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo, o rosto principalmente, foi desfigurado com ácido. Seis dias depois do massacre, o corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao centro da cidade de Vitória, Espírito Santo. Seu martírio significou tanto que esta data se transformou no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Durante mais de três anos, na década de 70, pouca gente ousou abrir a gaveta do Instituto Médico-Legal de Vitória, no Espírito Santo, onde se encontrava o corpo de uma menina de nove anos incompletos. E havia motivos para isso. Além de o corpo estar barbaramente seviciado e desfigurado com ácido, se interessar pelo caso significava comprar briga com as mais poderosas famílias do estado, cujos filhos estavam sendo acusados do hediondo crime. Pelo menos duas pessoas já tinham morrido em circunstâncias misteriosas por se envolverem com o assunto.

Ainda assim, corajosos enfrentavam os poderosos exigindo justiça, tanto que o corpo permanecia insepulto na fria gaveta, como se fosse a última trincheira da resistência. O nome da menina era Araceli Cabrera Crespo e seu martírio significou tanto que o dia 18 de maio - data em que ela desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida - se transformou no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Por uma dessas cruéis ironias, Jardim dos Anjos era onde ficava um casarão, na Praia de Canto, usado por um grupo de viciados de Vitória (ES) para promover orgias regadas a LSD, cocaína e álcool, nas quais muitas vítimas eram crianças - do sexo feminino. Entre a turma de toxicômanos, era conhecida a atração que Paulo Constanteen Helal, o Paulinho, e Dante de Brito Michelini, o Dantinho, líderes do grupo, sentiam por menininhas. Dizia-se, sempre a boca pequena, que eles drogavam e violentavam meninas e adolescentes no casarão e em apartamentos mantidos exclusivamente para festas de embalo. O comércio de drogas era, e é muito enraizado naquela cidade. O Bar Franciscano, da família Michelini, era apontado como um ponto conhecido de tráfico e consumo livres.

Araceli vivia com o pai Gabriel Sanches Crespo, eletricista do Porto de Vitória, a mãe Lola, boliviana radicada no país, e o irmão Carlinhos, alguns anos mais velho que ela. Na casa modesta, localizada na Rua São Paulo, bairro de Fátima, era mantido o viralata Radar, xodó da menina, que o criava desde pequenino.O nome Radar foi escolhido pela garota "para que o animal sempre a encontrasse". Araceli estudava perto de casa, no Colégio São Pedro, na Praia do Suá, e mantinha urna rotina dificilmente quebrada. Ela saía da escola, no fim da tarde, e ia para um ponto de ônibus ali perto, quase na porta de um bar, onde invariavelmente brincava com um gato que vivia por ali.

No dia 18 de maio de 1973, uma sexta-feira, a rotina de Araceli foi alterada. Ela não apareceu em casa e o pai, num velho Fusca, saiu a procurá-la pelas casas de amigos e conhecidos, até chegar ao centro de Vitória. Nada. A menina não estava em lugar algum. Só restou a Gabriel comunicar a Lola que a filha estava desaparecida e que tinha deixado seu retrato em redações de jornais, na esperança de que fosse, realmente, somente um desaparecimento. No dia seguinte, quando foi ao colégio para conseguir mais informações, Gabriel ficou sabendo que a menina tinha saído mais cedo da escola. De acordo com a professora Marlene Stefanon, Araceli tinha "ido embora para casa por volta das quatro e meia da tarde, como a mãe mandou pedir num bilhete".

O corpo da menina Araceli foi encontrado 6 dias depois nos fundos do Hospital Infantil de Vitória (Hospital Jesus Menino). Uma das hipóteses era de que a menina teria sido mandada pela mãe para entregar um envelope a Jorge Michelini, tio de Dante, um dos suspeitos de sua morte. Chegando lá, os acusados a teriam drogado, estuprado e assassinado num apartamento do Edifício Apolo, no centro de Vitória., Araceli esperava o ônibus depois da escola, e Paulo Helal, que estava em seu Mustang Branco, pediu para Marislei dizer à menina que 'Tio Paulinho a chamava para levá-la para a casa'. Foi comprovado que a menina foi mantida em cárcere privado por dois dias, no porão e terraço do Bar Franciscano, que pertencia à família Michilini. Tudo sendo do conhecimento de Dante Michelini, pai de um dos condenados, o Dantinho. Os rapazes, sob efeito de barbitúricos, teriam lacerado a dentadas os seios, parte da barriga e a vagina da menina. A menina foi levada agonizante para o Hospital Infantil, mas não resistiu. Os acusados ainda permaneceram com o corpo, mantiveram-no sob refrigeração e um ácido corrosivo foi jogado para dificultar a identificação do cadáver de Araceli, jogando, logo após, os restos mortais da menina num terreno próximo ao Hospital Infantil.

A respeito de Dantinho e de Paulinho Helal, dizia-se que uma de suas diversões durante o dia era rondar os colégios da cidade em busca de possíveis vítimas, apostando na impunidade que o dinheiro dos pais podia comprar. Dante Barros Michelini era rico exportador de café (tão ligado a Dantinho que chegou a ser preso, acusado de tumultuar o inquérito para livrar o filho). Constanteen Helal, pai de Paulinho, era comerciante riquíssimo e poderoso membro da maçonaria capixaba. Seus negócios também incluíam imóveis, hotéis, fazendas e casas comerciais. Já o eletricista Gabriel, seu maior tesouro era a filha.

Na sexta-feira, a mando da mãe, Araceli tinha ido levar um envelope no edifício Apoio, no Centro de Vitória, ainda em construção, mas que já tinha uns três ou quatro apartamentos prontos, no 8º andar. A menina não sabia, mas o envelope continha drogas. Num dos apartamentos, Paulinho Helal, Dantinho e outros se drogavam. Ela chegou, foi agarrada e não saiu mais com vida. O que aconteceu realmente com Araceli Cabrera Crespo talvez nunca se saiba. E talvez, seja bom mesmo não conhecer os detalhes, tamanha é a brutalidade que o exame de corpo delito deixa entrever. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Sua vagina, seu peito e sua barriga tinham marcas de dentes. Seu queixo foi deslocado com um golpe. Finalmente, seu corpo - o rosto, principalmente - foi desfigurado com acido.

A mãe de Araceli, Lola Sánchez, que teria usado a própria filha como "mula" (gíria conhecida para pessoa que entrega drogas) para entregar drogas a Jorge Michelini. Lola, que seria um contato na rota Brasil - Bolívia do tráfico de cocaína e desapareceu de Vitória no ano de 1981, residindo atualmente na Bolívia, tendo o pai de Araceli, Gabriel Crespo, falecido em 2004.

Seis dias depois do massacre da menina, um moleque caçava passarinhos num terreno baldio atrás do Hospital Infantil Menino Jesus, na Praia Comprida, perto do Centro da capital. Mas o que ele encontrou foi o corpo despido e desfigurado de Araceli.

Araceli foi sepultada, 3 anos depois, no Cemitério Municipal de Serra-Sede, no túmulo de número 1213, na cidade de Serra. E ninguém foi preso!”.

 

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Redação Site de Linhares

A Redação do site de Linhares está ligada aos acontecimentos e se preocupa com a informação.

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52 Comentários

  1. Onde está essa família de assasinos 22/10/2014 - 23h33

    Acabei de assistir, hoje 22/10/2014, à essa história na Globo News. Ao menos ainda passa na TV. Pena não terem retirado os nome da avenida Dante Michelini. REVOLTANTE. Enviem isso para o Facebook, jornais, ...

  2. Rose 18/05/2014 - 01h39

    Esses Monstros ainda "vivem"? Épo isso que acredito no Inferno, épara lá que eles devem ir.

  3. mariana 03/08/2013 - 12h32

    eu nao acredito que tem pessoas nesse mundo que sao capazes de faze uma barbaridade dessas.

  4. Paola C.C. 11/07/2013 - 20h36

    Eu queria que o mundo fosse totalmente de um jeito alegre sem este tipo se pessoa que esta desruindo tudo o que ve sem ter comciensia do que esta fazendo ... que tipo de pessoa esta no mundo ? Algei me ajuda este mundo esta perdido o que vc acha?vai deixar eles tamar conta

  5. thatty 17/06/2013 - 21h32

    meu DEUS no ajuda

  6. leitor 01/06/2013 - 11h12

    "Nossas leis são as mais ridículas."

  7. PASMO 20/05/2013 - 17h38

    A SAFADA DA MÃE FUGIU CLARO QUE ELA DEVIA. AGORA CONCORDO COM VC REVOLTA. ESSES FDP AINDA SÃO HOMENAGEADOS COM NOME DE RUA. ELA SIM DEVERIA SER HOMENAGEADA. O NOME DESSES VERMES DEVERIAM HOMENAGEAR O INFERNO PORQUE É ONDE ELES VÃO PAGAR A COVARDIA QUE FIZERAM.

  8. revolta 20/05/2013 - 08h19

    Vamos fazer tirar o nome deste desgraçado da rua , e colocar o nome dela

  9. desabafo 20/05/2013 - 02h05

    Tadinha da bebê inocente Araceli, cara! E esses safados ainda estão vivos e IMPUNES. é revoltante!!!!! Principalmente: Dante Michelini, Cesar Helal, Paulo Helal.

  10. Infancia 19/05/2013 - 22h21

    Nunca sabia desse fato, é preciso devulgar sim, para que nossas crianças não sejam vitima de outros Michekines e Hellaus da vida, tem que ter um pebliciot para muadar o nome da AV. Dante Micheline para o nome de Araceli.

  11. esses influentes demonios ainda vivem 19/05/2013 - 16h59

    Fiz 1pesquisa dessecaso no google descobri quesses animais DANTE MICHELINI,CESAR HELAL,PAULO HELAL tão vivos com mais de 90anos.Trastes influentes no Estado:na maçonaria,no exercito,na imprensa,na assmbleia legislativa,na policia,bombeiros,etc.imprensa nacional teme esse caso,sitedelnhares parabens

  12. JM LINHARENCE 19/05/2013 - 16h09

    Eu chorei quando li pois lembrei do caso da minha irmã ela tinha seis anos quando o homem que ar diZ meu pai tentou estrupa_lá na epoka ele pagou a fiança e foi souto

  13. vergonhoso 19/05/2013 - 15h19

    Era para nossos governantes ter vergonha na cara, de homenagear a familia desses vagabundos colocando o nome deles nas ruas da nossa capital.Eles tem que ser homenageados no INFERNO com o CAPETA igual a eles.

  14. Crueldade 19/05/2013 - 13h39

    Monstros, mais infelizmente o Brasil nao tem justiça, se ha algum tempo atras quando isso aconteceu nada foi feito, é agora que vai ser ?!, tudo bem que marcou muito, mais nada pode ser feiro mais..

  15. A HISTORIA SE REPETE 19/05/2013 - 13h37

    Este caso é muito parecido com o que aconteceu aqui em linhares,mas principalmente na impunidade.ARACELI X ARIELLI.como os assassinos de araceli estão impunis o da arielli tambem está,é visto facilmente nas ruas de linhares como se nada tivesse acontecido.isso é BRASIL!

  16. Ótima sugestão de "Para o Sr. Prefeito de Vitória" 19/05/2013 - 13h34

    Alguém que tenha FACEBOOK levante essa bandeira! Um projeto de Lei mudando o nome da Av. Dante Michelini para Av. Araceli Cabrera Sánchez Crespo, para que o caso seja lembrado para sempre!

  17. Projeto para vereador 19/05/2013 - 13h30

    A família Michelini não merece ter seu nome em lugar algum! Fica a sugestão de projeto para os vereadores de Vitória.

  18. para Ricardo 19/05/2013 - 12h32

    APOIADO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  19. povo do ES 19/05/2013 - 10h53

    Dessavez reconheço a coragem do S.L.! Não sabia dessa História horrenda e pouca gente sabe.A imprensa é comprada e reluta em divulgar porque o didin FALA MAIS ALTO e joga lama nessas famílias de poderosos. Cadê que passa na televisão? deveria ser amplamente divulgado. Parabéns Site de Linhares!

  20. Elver 18/05/2013 - 12h26

    Estranho como essa história não é divulgada, principalmente aqui no ES!

  21. eu para ricardo 18/05/2013 - 05h46

    Vai ler a Bíblia, senhor.

  22. qqqqqqqqqqqqqq 17/05/2013 - 22h27

    Tomara que o capeta carregue esses monstros vivos para o inferno, se ainda vivem alguns deles e antes de chegarem lá vão perdendo pedacinho por pedacinho do corpo.O dinheiro por maior ou menor que seja não vai comprar DEUS nosso criador.

  23. ricardo 17/05/2013 - 22h25

    É uma brutalidade este acontecimento... Acredito que já passamos da hora de fazer justiça com as próprias mãos. Se alguém assassinou uma pessoa e esta não foi julgada, esta na hora de nos mesmos matarmos estes.... sou sim a favor da pena de morte e também da reciprocidade, ou seja, matou, vai morrer.

  24. Rodrigo 17/05/2013 - 21h33

    Credo!Só Deus para cuidar dos indefesos.

  25. revoltado 17/05/2013 - 21h19

    infelismente tenho vergonha de ser brasileiro,um pais onde o dinheiro compra tudo, que esses vermes paguen por tudo.

  26. P/ DOUGLAS 17/05/2013 - 20h51

    Infelizmente neste país o dinheiro compra tudo,não precisa ir muito longe,aqui em Linhares tem casos parecidos,como o de Arielle Martins,o filhinho de papai está solto curtindo a vidinha dele numa boa.

  27. Diego Do JUPA 17/05/2013 - 20h03

    Não e de hoje que o povo capixaba come na mao dos empresários e latifundiários. E com toda sacanagem de 2 seres humanos, que nem sei se podemos chamar de humanos, fomos contemplados com com seus sobrenomes em duas das principais avenidas que o estado capixaba possui(Dante Michelini e a Cesar Hilal)

  28. leto 17/05/2013 - 18h08

    infelizmente, mundo jaz no poder do iníquo. podemos esperar muitas tristezas neste mundo. 1 João 5:19

  29. Rodrigo 17/05/2013 - 18h00

    Pessoal, a avenida é César Hilal, acho que não tem nada a ver com esse monstro não, mas a Dante Michelini é certeza. A av. leva o nome pq Camburi era uma fazenda de pai desse infeliz. Agora concordo com a idéia de mudar o nome da Avenida.

  30. MM 17/05/2013 - 17h51

    Que historia triste..